segunda-feira

Se a alma é pequena, tudo vale a pena?

por Pâmela Peixoto
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Estamos tentando entender, subverter o estado de nossas mentes. Precários de sentimentos, estamos vivendo a escassez numa crise mundial, somos agora muito mais máquina do que homem.

Este panorama tão intrigante, tão meticuloso, tão abstrato, um contexto que ultrapassa idéias freudianas, e nos leva ao mais elevado grau de loucura. Freud não explica. Não possuímos nenhuma ordem, moral, regra, somos tão pequenos, e quase que grãos de areia neste imenso universo. Não compreendemos os porquês, as histórias (científicas, bíblicas), nossas almas estão gastas, nossas mentes cegas e atoladas na mentira.

A alma está perdida em algum canto gregoriano; enterrada em algum túmulo egípcio; a alma foi-se embora com as rosas no inverno. Porque não somos alma de sentimentos, somos almas de negócios.